Nos últimos 27 meses, o Porto de Paranaguá bateu 37 recordes históricos de movimentação de cargas. O mais recente foi registrado nesta quinta-feira (16). O navio Long Dar, de bandeira chinesa – que carrega farelo de soja no Corredor de Exportação – contribuiu para a marca de 46.409.478 toneladas movimentadas entre 1º de janeiro e 15 de novembro de 2017, o maior volume em um ano em toda a história do porto.

A movimentação deste ano já é 15% maior se comparada ao mesmo período de ano passado, quando 40 milhões de toneladas de produtos entraram e saíram pelo porto paranaense. O recorde de movimentação anual anterior é de 2013, com 46.168.102 toneladas.

O secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, atribui os resultados aos investimentos de R$ 624 milhões para devolver a competitividade ao Porto de Paranaguá.

“Infraestrutura, tecnologia, inovação e planejamento. Priorizamos todas estas áreas para atender cada vez mais e melhor o agronegócio e a indústria e atingimos um novo patamar com repercussão internacional”, declarou Richa Filho.

Até esta quinta-feira, 31,6 milhões de toneladas de granel sólido passaram pelo Porto de Paranaguá, o que representa 68% da movimentação total de cargas. As cargas gerais contabilizam 8,9 milhões de toneladas, com 19% das operações, e o granel líquido soma 5,8 milhões de toneladas, com 13% do total das cargas.

O diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino, destaca o aumento na movimentação de todos os tipos de cargas pelo porto, seja na exportação e importação de grãos, líquidos ou de cargas gerais.

“Todos os recordes que conquistamos nos últimos anos se devem a uma série de fatores que incluem investimentos públicos e privados, melhoria no layout operacional, no processo logístico de planejamento das operações e, principalmente, o engajamento dos trabalhadores do Porto de Paranaguá. Somando a tudo isso o aumento da produtividade na indústria e no campo, conseguimos ultrapassar nossas próprias marcas de movimentação”, disse Dividino.